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Sexta-feira, 20 de Março 2026

Comércio e Indústria

Governo federal articula plano de apoio a setores econômicos atingidos por tarifas

A iniciativa visa auxiliar segmentos como o de aço e alumínio, que enfrentam uma alíquota adicional de 50% nos Estados Unidos, e o de autopeças, com tarifa de 25%.

Nicolaite
Por Nicolaite
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Governo federal articula plano de apoio a setores econômicos atingidos por tarifas
© Paulo Pinto/Agência Brasil
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O governo federal está desenvolvendo uma nova estratégia para oferecer suporte aos segmentos da economia brasileira que continuam sofrendo o impacto das tarifas alfandegárias implementadas pelos Estados Unidos.

"Estamos avaliando formas de prestar auxílio às companhias abrangidas pela Sessão 232", declarou nesta quinta-feira (27) o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. Entre os produtos afetados por essa medida estão o aço e o alumínio, que enfrentam uma alíquota adicional de 50%, e as autopeças, com uma tarifa de 25% no mercado norte-americano.

Conforme explicou o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, a proposta é que este novo plano funcione como uma continuação do "Brasil Soberano", uma iniciativa lançada no ano anterior para assistir exportadores prejudicados pela elevação das tarifas, conhecida como "tarifaço".

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Mercadante ressaltou que esta nova ação se basearia exclusivamente em recursos já existentes no BNDES, eliminando a necessidade de aportes do Tesouro Nacional.

"Os fundos já estão disponíveis, mas o modelo precisa ser finalizado. O Ministério da Fazenda está analisando e já esboçou a proposta. Agora, aguardamos a decisão do presidente Lula para definir a estratégia, contudo, os recursos estão garantidos. Tivemos um resultado positivo com o programa Brasil Soberano e pretendemos replicar essa experiência com o Brasil Soberano 2.0. A premissa é essa. Conhecemos o processo e agora o foco é priorizar os setores mais impactados", afirmou Mercadante nesta quinta-feira, em São Paulo.

Na edição inicial do programa Brasil Soberano, o BNDES disponibilizou uma linha de crédito emergencial de R$ 30 bilhões, dos quais aproximadamente R$ 17 bilhões foram efetivamente utilizados pelas empresas. A intenção é realocar uma parcela do saldo remanescente para apoiar os segmentos que persistem sob o efeito das tarifas. "Trata-se de companhias que vêm enfrentando uma desvalorização prolongada", detalhou Mercadante.

FONTE/CRÉDITOS: Diangelis Nicolaite
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